segunda-feira, 6 de setembro de 2010

que meus versos embalem teu sono.
pois meus braços não são compridos o suficiente.
e que a noite abrace seu corpo,
cubra seus pés. seus delicados e pequenos pés.

se sinto falta? claro que sinto.
mas, mais do que isso.
sinto muito, por não estar aí.

quem é ela? onde é aí?
é longe, é perto.
é como uma certeza,
de um futuro incerto.

Um comentário:

Hugo Simões disse...

massa ter voltado padre bruno,
ótimos poemas