a obstrução que impede minha passagem.
é a passagem de um livro,
que li, reli, e não leio faz tempo.
e a dor de escrever em tercetos,
o que merecia inúmeros sonetos,
acalenta minha fragilidade.
mas eu a li.
ali.
o suficiente, para que os versos que me recordo,
acalentem o doce sono que nunca chega.
eu a li com vontade.
ali.
no passado distante,
tão perto que posso abraçá-lo.
abraçá-la.
e era contigo, que a dor passava.
a dor de escrever em tercetos,
o que merecia inúmeros sonetos.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
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