não vamos falar de partida.
queremos evitar a despedida.
queremos o obscuro,
a vagueza perdida.
que voemos por ventos velozes,
às várzeas, aos vales,
veremos o vazio,
ser preenchido por tudo que sentimos um pelo outro.
a aliteração do verso anterior,
não supera a assonância do zumbido do meu coração.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
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